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Ações do Território
Áreas de Atuação
Nas primeiras oficinas de concepção básica sobre o desenvolvimento territorial foram definidos três eixos: o econômico, o social e o eixo ambiental.
Estes eixos representam a base de sustentação para a construção do plano de Desenvolvimento Rural Sustentável do Território. Neste sentido, no âmbito econômico, ficou definido o apoio ao desenvolvimento da cadeia produtiva do cacau, agro negócio da mandioca, beneficiamento de frutas tropicais e outros.
No eixo social estabeleceu-se o fortalecimento do cooperativismo,
Associativismo reforma agrária e reordenamento agrário, eletrificação e estradas rurais, educação no campo, entre outros.
No eixo ambiental ficou estabelecida a defesa da Mata Atlântica, implementação da agroecologia, certificação de produtos orgânicos e etc.
Porém, diante dos recursos disponibilizados, foram apresentadas demandas com vistas à elaboração de projetos para aprovação. Em outubro de 2003 o território apresentou um projeto de infra-estrutura e custeio visado apoiar o cooperativismo e incentivar a agroindustrialização. Assim, a Coopercentrosul, Coopasb, Cooprasba, todas cooperativas de Itabuna e Ilhéus, foram beneficiadas com a aquisição de três automóveis para assistência técnica e três caminhões para apoio logístico aos cooperados, que também passaram por uma qualificação de mão-de-obra através das capacitações em diversas modalidades e temas.
Para a Crasba (Conselho Regional de Associações de Buerarema e Adjacências), que já apóia a organização da produção de mandioca, a agricultura familiar, além das capacitações, na infra-estrutura se beneficiou com a construção de duas unidades de processamento de mandioca e possibilitou a aquisição de uma moto, um automóvel e recursos para a construção da central de distribuição de farinha de mandioca e outros de derivados.
Um processo demorado
Vale salientar que, da liberação de recurso até a conclusão das obras, as prefeituras municipais, especificamente prefeitura de Ilhéus e de Buerarema e Caixa Econômica Federal, o processo foi demorado e penoso. O repassador de recursos do Governo Federal e os proponentes não entendiam o processo. Durante a liberação de recursos e execução das obras de infra-estrutura e custeio, foram feitas oficinas de avaliação e monitoramento dos projetos e definição organizativa do Território Litoral Sul com a formação do Grupo Gestor do Território (GGT), formado por quarenta entidades.
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